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RPG Story-teller; História 1
Topic Started: 23 Mar 2008, 00:08 (455 Views)
The Boss
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look at me... LOOK AT ME! HAHAHA
Moderadores globais
Convido vocês a participarem desta história onde nem mesmo os criadores sabem ao certo o que acontecerá em seguida.
Para participar do RPG Story-teller só é necessário se candidatar no tópico de Comentários, aguardar a resposta de quando poderá postar seu capítulo e colocar a imaginação pra trabalhar!

Regulamento:
* O funcionamento é simples: uma história dividida em capítulos, em que cada participante escreve uma parte. O número de capítulos da história é igual ao dobro do número de participantes, para que assim cada um escreva dois capítulos. Se houverem mais candidatos quando a história já tiver sido iniciada este poderá escrever um capítulo. É eleito um tema para a história pelos participantes.
- Aqui teremos início à história, somente posts do criador do capítulo são válidos.
- Cada participante tem um prazo de uma semana para postar o capítulo, decorrido esse tempo o capitulo sera escrito pelo seguinte na lista.
- Procure fazer a história transcorrer com sentido.
- Não é permitido nas histórias o uso de palavrões. Também não convém levar a história para rumos eróticos. O público deve ser total.
- Não é permitido ofender as habilidades de escrever dos autores ao fazer comentários
- Alterações nos acontecimentos só serão feitos caso haja contradições de uma parte para a outra
- O autor se responsabiliza por plágios e direitos autorais ao postar.
- Não é permitido postar histórias com direitos reservados sem permissão e menção do direito do autor.

E aqui começamos a primeira História!

Tema: The Legend of Zelda (1987, Shigeru Miyamoto. Nintendo)
Título: The Legend of Zelda: And the Festival of Autumn

Autores:
mat10 (capítulos 1 e 5)
Alegtoons (capítulos 4 e 6)
The Boss (capítulos 2 e 7)
Orinho (capítulos 3 e 8)



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Boa leitura!
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Gandallf
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Mas podem me chamar de Mat

The Legend of Zelda:
And the Festival of autumn

-Link?É você?-uma voz misteriosa acorda Link.
Ele esta em seu quarto, uma estranha neblina rodeia tudo.
Ao que tudo indica ele esta no meio da noite, mas não pode ter certeza, pois não consegue ver a janela.
Ele levanta de sua cama e vai em direção da voz.
-Link, me ajude.
Ele chega mais perto da voz, até uma linda mulher aparecer, estava claro para Link quem era, era Zelda.
Link já a conhecia (e pensando bem, todos já a conheciam, afinal todos já haviam ido a uma das inúmeras paradas que o Rei organiza no final do outono), o rosto da princesa nem era tão importante para ele, mas naquele momento as lembranças eram nítidas, como se os dois tivessem vivido muitas vidas juntos.
Zeld...-Link acorda, já é dia, foi tudo um sonho.

Link levanta de sua cama e vai em direção do fogão a lenha.
Na cozinha ele encontra uma carta, em cima da mesa do lado do fogão.
“Link sai para trabalhar, almoce na taverna da Ilda, o dinheiro esta no chaveiro”.
A carta era de seu pai Trodan , um homem bom, mas que trabalha demais.
Link pega o dinheiro no porta chave, sai de casa, e vai em direção a taverna.
Ele mora em Hyrule, mais precisamente na pequena vila de Kakarico, uma vila pacata, o tipo de cidadezinha em que todos se conhecem, Trodan trabalha perto de sua casa, em uma loja de animais dele próprio, infelizmente ele trabalha demais nesta época do ano, o outono, uma vez que tudo fica mais caro (graças a festa promovida pelo Rei, a festa do fim da colheita de Hyrulat, uma estranha fruta com poderes medicinais que nasce apenas em Hyrule, dona de 65% do PIB do reino).

Enquanto caminhava para a taverna Link se lembrava dos anos em que era menor, e nesta época do ano ficava aos cuidados de sua avó.
As historias que ela contava sobre os anos antigos, sobre o grande oceano que uma vez cobriu o mundo, sobre os anos de crepúsculo, fascinavam Link(ele ficava mais acordado ao invés de dormir ), que queria ser o herói da túnica verde das historia, de tanto pedir um dia sua avó fez uma roupa como a do herói para ele, um presente de despedida, pois alguns dias depois ela veio a falecer.

Link chega na Taverna.
Link, finalmente chegou!- a voz é de Celço, o gordo taverneiro marido de Ilda
Já estávamos de saída. -diz Ilda, uma mulher muito alta e magra.
Saída do que? –retruca Link.
Não se Lembra?Você prometeu nos ajudar a levar tudo para a capital do reinado, com o festival haverá mais clientes, clientes que pagam - quem diz desta vez é Oscar, um homem alto e gordo, filho do casal de taverneiros.
Agora que Link reparou a taverna estava depenada, cheia de caixas e mais caixas.
Você vem ou não vem?
Certo, apenas espere um pouco!
Link vai correndo para sua casa, escreve um bilhete para seu pai explicando a situação, arruma as malas, por alguma razão sente que deve colocar sua velha, surrada, mas ainda no tamanho, túnica.Coloca.

Ele corre até a carroça de Celço, que o esperava na fronteira da cidade.
Eles param apenas duas vezes, uma para almoçar(afinal Link não havia comido nada), e outra para dormir.
Naquela noite Link sonha novamente com a princesa.
Link? – a mesma voz de antes o chama.
Uma neblina cobre tudo.
Link?Pode me ouvir?Preciso de ajuda...
Zelda?- diz Link não entendendo nada.
Link?Preciso de sua ajuda, estou presa, meu pai me prendeu.
Onde você esta?- Link mais desorientado do que nunca levanta aos tropeços procurando a voz.
Link?Preciso de sua ajuda, estou presa na sala do lacre.

Link é acordado por Celço.
Você esta bem rapaz?Esta tremendo !
Estou bem, não se preocupe.
Apenas uma frase ecoava por toda sua mente, que o dava muito coragem, e ao mesmo tempo muito medo, muita incerteza:
“Link?Preciso de sua ajuda”


----------------------------------------------------------------
Notas:
*O titulo em português significa "E o festival de outono".

*Talvez tenha ficado muito grande e "melodramatico", mas acho que ficou de bom tamanho para o primeiro capitulo(ja que tenho de criar personagens, lugares, etc...)

*Nos jogos Link não fala, achei que é meio absurdo colocar isso na historia.

*POR FAVOR, evitem o obvio, é muito chato ler uma historia onde você já sabe o final e o meio(tudo bem que estamos falando de Zelda, mas....)

*quer comentar?comente aqui!no topico oficial
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The Boss
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Capítulo 2

Assim caminhavam os preparativos para o Festival do lado direito de Hyrule. Os principais comerciantes de cada cidadezinha juntavam o que tinham de melhor e se aglomeravam na Capital do Reinado, esperando vender o máximo que conseguissem além das Hyrulats que plantaram para o principal, é claro.

Kakarico tem a sorte de estar geograficamente posicionada próxima ao Reinado, onde a terra é bem mais fértil para o plantio desta estranha fruta. Os olhos dos comerciantes brilhavam ao ver os ricos compradores em potencial de cidades distantes. Alguns vinham de além do Lago Hylia, geralmente por estarem precisando de medicamentos do outro lado. E por que não, alguns ate mesmo atravessavam os canais estreitos de Termina para comprar sacolas e mais sacolas de Hyrulats!
Por isso não foi de se espantar que a animação de Celço ficasse maior à medida que eles se aproximavam da Capital, quase 24 horas depois que partiram de Kakarico (ok o vilarejo fica perto da Capital, mas nem tanto, ainda mais de carroça). Ele começou diversas cantorias típicas do vilarejo e dava tapinhas nas costas de Link para que o garoto o acompanhasse. Esses "tapinhas" doíam pra bicho já que a mão do taverneiro era quase do tamanho das costas do rapaz e pegavam de surpresa, quando ele estava distraído tentando se lembrar exatamente as palavras da princesa Zelda em seu sonho. Por que estava tendo estes sonhos afinal? Jamais trocara palavra com a princesa, apesar de não acreditar realmente nisso. Só a viu de longe nos outros Festivais de Outono, ao lado do Rei no patamar do grande Carro Alegórico que era utilizado na Parada do Festival.

Quando a mão pesada bateu em suas costas pela terceira vez e Oscar o enlaçou com um braço cantando ferovorosamente, Link não pôde mais pensar em nada, sentia-se feliz viajando com a família vizinha e um pouco mal por deixar o pai em Kakarico, mas o pai sempre o incentivara a conhecer outros lugares se tivesse a oportunidade. Link não sabia se ir novamente ao Festival de Outono correspondia a "conhecer outros lugares", mas no momento é o que tinha. Ilda lançou um olhar de piedade para o garoto amassado entre os dois homens gordos, mas logo abriu um sorriso e tambem estava cantando quando a Capital surgia no horizonte dos Campos de Hyrule.


No lado esquerdo, além do Lago Hylia e da Floresta das Sombras, está o Deserto de Gerudo, um lugar para onde vão os fugitivos do Império, tanto de Hyrule quanto de Termina e alguns acreditam que até mesmo de mais longe. Se você chamar as pessoas que vivem no Vale do Deserto pelo crime que cometeram, irá passar o dia inteiro conhecendo crimes que nem imaginava que tinham nomes, além de ter certeza que se o seu filho lhe perguntar o que tem no deserto você responderá "lá estão os caras maus".

Liven ainda tinha a perna sangrando quando atravessou as cortinas do quarto improvisado de Ganondorf, que agia como o líder daqueles refugiados. As circuntâncias para que ele agisse como tal, porém, já foram esquecidas. Aparentemente ele cometera o pior crime entre os demais e é bem mais forte e inteligente que qualquer um, ganhando respeito a cada dia nas atitudes e logo dando as ordens, conseguindo montar uma estrutura para a sobrevivência no deserto. Ele é um homem muito negro, alto e forte, com um cabelo estranhamente vermelho e olhos arrebatadores. Realmente ele transmitia pavor para quem quer que o olhasse nos olhos.
- Liven, o que houve com a sua perna? - sua voz é muito grave e imperativa.
- Entrei em um confronto na volta, enquanto atravessava a Floresta. Aquele animal selvagem ainda está por lá!
- Aquele animal selvagem tem aliviado combates desnecessários para nós contra as Tropas do Império, não é mesmo? Achei que a essa altura você e os outros já soubessem como evitá-lo.
- Ele está agindo diferente ultimamente... como se... - mas não completou a frase, Riuven, seu irmão, entrava no recinto.
- Liven, sua filha da mãe! Não me chamou desta vez também?
A perna da mulher chamada Liven estava sangrando muito mesmo!
- Ao invés de ficar resmungando me trás logo uma daquelas porcarias de frutas!
Riuven ficou ainda três segundos olhando para a irmã, mas saiu do quarto. Liven pressionava a perna o mais forte que conseguia. Ganondorf pareceu não se importar com a sua dor e lhe perguntou:
- Então, o que descobriu desta vez? - Liven pareceu ofendida pela incompreensão do Rei dos Bandidos, mas respondeu:
- Nada mais que aquele Festival novamente, nem sinal da Princesa ou da Espada.
- Entendo, parece que é em vão ficar indo até lá e voltando.
- Pena só ter descoberto isso depois de eu levar uma mordida!
Como que para aliviar aquilo, seu irmão Riuven entrava novamente com três Hyrulats nas mãos, a fruta tem três cores sempre: preta, dourada no centro e branco. Liven deu grandiosas mordidas em uma delas e desabou na cama. Ganondorf pareceu entao que tinha até uma certa compreensão:
- Deixe-a descansar, é claro que as frutas não fazem milagre. - Quando saiu do quarto acompanhado de Riuven, Liven já tinha adormecido.
Riuven falou mais sobre como os outros refugiados estavam impacientes desde que Ganondorf comandara varios deles para se infiltrarem na Capital e colher qualquer informaçao que conseguissem, muitos deles queriam saber o que estava pensando o Rei dos Bandidos para agir assim, mas a verdade era que nem ele mesmo sabia, apenas não tinha contado isto aos outros.

Ganondorf podia estar totalmente enganado, mas algo grandioso estava para acontecer neste Festival de Outono na Capital, e o comportamento estranho da criatura na Floresta das Sombras era um presságio disso. Entretanto, tudo que ele tivera foi um sonho!
Neste sonho, ele estava escondido em uma sombra de arvore diante de uma estranha neblina, e pôde ver claramente a princesa Zelda se dirigindo a alguém, ela dissera "preciso de sua ajuda". Ganondorf não entendeu, e então viu que estava segurando a Master Sword, espada que aprimora a influência de alguém sobre o Sagrado Triforce, elemento que pode dar grande Força, Sabedoria ou Coragem para quem estiver destinado a exercer influência sobre ele, de acordo com as características dessa pessoa.
Depois disso ele acordou, e talvez não tivesse levado o sonho a sério se não tivesse sentido que conhecia a pessoa com quem a princesa Zelda estava falando, como se o conhecesse de muitas vidas passadas, assim como a própria princesa.
Ganondorf estava de súbito cansado e sentiu algo fluir em seu corpo, na parte de cima de sua mão direita. Olhou para ela e por um instante viu (ou pensou ver) a imagem do Sagrado Triforce cravada ali, um triângulo dourado dividido em outros quatro triângulos, sendo três cheios e um vazio, mas um parecia brilhar mais que os outros... e mesmo assim... teria mesmo ele visto isso?


Enquanto isso no Castelo de Hyrule, muitos habitantes iam para lá e para cá organizando as coisas para a Parada e para o Festival em si, mas o Rei estava com uma inquietação... como se algo importante estivesse faltando, mas ele não sabia bem o que!
Foi quando uma das conselheiras reais entrou para falar com ele, uma senhora de óculos de meia-idade e ar de professora:
- Majestade, não me aguento de preocupação...
- O que houve, Cecilia?
- Pode não ser nada demais, mas...
- Também não estou muito bem, vá direto ao ponto, por favor!
Ela hesitou.
- É a princesa Zelda, meu senhor... ninguém a encontra em lugar algum!

O jovem Link olhou admirado para a Capital como sempre fazia, nessa hora não passava de um garoto a passeio, mas o que viria a seguir?
Frutas estranhas... uma princesa desaparecida... uma feroz criatura selvagem na Floresta, seu pai em Kakarico, sonhos telepáticos, um enigma do Triforce, uma espada, uma roupa de herói, um Festival de Outono e aqueles poderosos olhos arrebatadores do deserto.
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Orinho
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Capítulo 3

-Não acredito nisso, mas que hora mais importuna para essa garota desaparecer. Por favor mande 3 dos meus melhores guerreiros fazerem uma busca nas redondezas, mas mandem não chamarem muito a atenção, não quero que essa história se espalhe, poderia estragar o festival e arruinar nossa economia.
-Sim senhor meu rei – disse a conselheira que saiu correndo para escolher três dos melhores guerreiros do reino.


Enquanto isso Ilda junto a sua família e a seu mais novo ajudante começam a montar sua tenda, não era uma tenda muito grande, mas podia ser comparada com a dos outros mercadores. Além disto a loja de Ilda sempre fora conhecida por vender algumas mercadorias mais exóticas o que sempre chamava a atenção dos mais variados compradores...

-Link, Link, Link. Venha brincar com a gente – uma menininha gritou enquanto saltitava para lá e para cá.
Link olha em direção a voz que havia lhe chamado e reconhece Matilde, uma meninha de 12 anos, filha dos mercadores de uma das aldeias vizinhas a Kakarico. Havia feito amizade com ela e seu irmão mais velho da ultima vez que viera ao festival.
-É Link, vem logo, vem, por favor – Gritou agora um garotinho um ou dois anos mais velho que a garota. Ele segurava um escudo e uma espada de madeira.
Link olha para Ilda como se esperando uma resposta.
-Vá em frente garoto, se divirta, mas não vá muito longe, por favor – Celço falou enquanto terminava de descarregar a ultima caixa.
-Tome esse estilingue, eu iria lhe dar como recompensa por ter nos ajudado, mas você vai se divertir mais com ele se eu lhe der agora, certo? – Falou Ilda enquanto ajeitava as mercadorias. – Leve essa fruta com você, espero que não precise usá-la mas se algum de vocês se machucar é só comer um pedaço da fruta...
Link pegou o estilingue, a fruta de coloração esquisita, agradeceu e saiu correndo em direção aos seus amigos.

-Ganon, Ganon... Algo está tentando entrar – Gritou Riuven enquanto invadia o quarto de Ganondorf.
- Já lhe pedi para não me chamar desse jeito...Mas vá, fale me logo, o que está acontecendo, é o império?
-Não, algo está batendo contra o portão com muita força, nós ouvimos um grunhido e alguns alegam que ouviram até um uivado...Será que aquele maldito lobo selvagem veio nos atacar?
-Não pode ser, mesmo que ele esteja agindo estranhamente ele nunca viria até aqui...
Gritos de pavor começam a serem ouvidos por Ganondorf e Riuven. Liven acorda com tanto barulho, sua perna já estava quase curada.
-Estamos sendo atacados... A besta conseguiu entrar na nossa fortaleza... - Falava ofegante um dos vigias da fortaleza. – Você precisa fazer algo, ou seremos todos massacrados...
-EU SEI DISSO – gritou Ganondorf que estava meio desesperado – Não me apresse. –Pensou por alguns segundos.
-Certo, mande todos que ainda estiverem vivos pegarem suas armas e subirem até o terraço, Riuven ajude sua irmã e também traga contigo algumas armas
-Não preciso de ajuda, consigo me mover perfeitamente! – Afirmara Liven.
-Então venham, vamos nos preparar para essa batalha.

Já estava quase de tardezinho e Link enquanto segurava uma espada e um escudo de madeira “lutava” com Iron, o irmão mais velho de Matilde. Matilde estava fingindo adormecida, com uma varinha na mão, e uma coroa de papel...Link havia vestido sua roupa verde e “lutava” bravamente, mas seu oponente o vilão Jurindorf, o famoso vilão das histórias infantis, era mais forte, e Link não resistiu e tomou o golpe de misericórdia...
-Nãooo...Link...Você deixou ele ganhar de novo... AFF... Eu gostaria de ser salva, pelo menos uma vez né... – Resmungava a pequena Matilde.
-Sou vencedor lá lá lá... – Pulava e gritava o pequeno Iron.

-Socorro, alguém me ajude. – Link ouviu alguém vindo de longe gritar tais palavras...O homem vinha meio que cambaleando...Link correu em direção ao homem para ajudá-lo...
-Por favor, me ajude garoto, fui atacado pelo meu próprio... –Ele cai cansado no chão...
Link pega a fruta que havia ganhado de Ilda, corta em pequenas fatias e dá de comer ao homem...
-Não se preocupe em nos contar o que aconteceu, apenas descanse e coma essa fruta por enquanto. – Falava gentilmente e preocupada a pequena Matilde.


-Sniff, sniff – Lágrimas escorriam da princesa que sentava no chão no canto da sala.
-Mas que horror! Uma princesa não deveria chorar, garanto que deve ter sido bem mimada quando criança...
-Quem está ai?
-Por favor, responda...Quem está ai? Por favor, não me deixe aqui sozinha. – Repetia a princesa.
-Ora ora, se continuar assim logo estará implorando pela sua vida ou que eu lhe solte!! Hahahaha...Isso seria tão engraçado. A tão conhecida e renomada princesa Zelda chorando como uma meninha mimada.
-Do que você está falando? E o que você pretende me trancafiando aqui...?
-O que eu pretendo?Nada, agora meu mestre por outro lado...Hihihi...Mas já chega de papo furado. Está na hora de eu começar os preparativos para o meu ritual secreto. MuAhHAaha... MuAhHAaha... – E sua risada maléfica e irritante ecoava pelas paredes. Mas subitamente ele para de rir e fala em um tom infantil -Volto logo princesinha.
-Por favor, me responda uma única coisa antes de ir... Por que meu pai fez isto comigo?
-Que ingênua, pobre coitada, me pergunto se você realmente merece o titulo de princesa... Seu pai é uma mera peça no jogo em que eu e meu mestre jogamos...


--------------
Considerações: Obrigado The Boss por tirar minhas dúvidas e me ajudar com a localização geográfica. Espero que todos tenham gostado, qualquer coisas comentem no tópico lá ou me mandem MP.
Erros de ortografia ou de paradoxo me avisem que ou eu explico algo não entendido ou corrijo o erro seja na escrita ou seja de continuação.
Quer saber mais sobre mim? www.gabrieldr.com

"Quando uma pessoa sofre de um delírio, isso se chama insanidade. Quando muitas pessoas sofrem de um delírio, isso se chama religião."
-Robert M. Pirsig, Zen e a arte da manutenção de motocicletas
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Alegtoons
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- A Princesa Zelda desapareceu, e o rei pede que vocês a pocurem pelas redondezas. Mas não deixem que essa história se espalhe! - Disse a conselheira aos 3 guerreiros escolhidos.
Os guardas concordaram e sairam um de cada lado para cumprir suas missões.



A princesa Zelda estava desacordada coberta por uma luz, e na sua frente estava sentado o homem que a mantia presa. Ele estava imvóvel, de olhos fechados, como se estivesse usando a pura alma da princesa Zelda para fazer ou controlar algo. Depois de algum tempo ainda imóvel o homem abriu a boca e deu uma risada.
- MuAhHAaha... - Ganon vai morrer e o caminho para a triforce vai estar livre! MuAhHAaha...


- Muito obrigado garoto! Por pouco eu não morri... - Disse o homem aliviado, apesar de ainda parecer muito machucado.
- Quem é você? - Perguntou Link curioso.
- Waltz
- E oque foi que aconteceu? - Perguntou Iron.
- Eu fui atacado pelo meu próprio irmão, meu irmão mais velho.
- Seu irmão?!?!?!?!?! - Perguntou Madilte assutada...
- Sim, nós encontramos um mapa com a localização exata de um objeto muito cobiçado, muitos ja desitiram de procurar outros pensam que a existencia dele é apenas uma lenda. Quando estavamos indo ao lugar que o mapa dizia estar esse objeto meu irmão tentou me matar, por pouco eu consegui fujir e estou aqui.



- Vamos, vamos! Todos, corram para o terraço! - Gritava Ganon enquanto também corria para lá com seus companheiros.
Não é possível, essa criatura pode estar agindo estranhamente a algum tempo, mas, vir até aqui? - Disse Ganon enquanto chegava ao terraço.
- Depois que aquela besta me atacou eu não me suurprendo mais. -Disse Liven. Todos ainda vivos estavam no terraço, esperando para a batalha.
- Eu não consigo acreditar, talvez haja alguem por tras disso! - Continuou Ganon...
- Talvez o... Ouviram-se grunidos, o som parecia cada vez mais perto.
- ELE ESTÁ VINDO!!! - Quase todos gritavam...

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Foi oque eu consegui entregar no prazo!
The Boss me deu uma ajuda =]
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Capitulo 5

-Ilda!Celço!- Link grita enquanto vai à direção da banca de seus amigos...
-Link você esta ai!Chegou tarde, já esta escurecendo-
Já era realmente muito tarde, Celço estava sentado em uma pequena cadeira de balanço(tão pequena que Link não sabia exatamente responder como ele consegui entrar nela), fumando cachimbo na beira do rio próximo a banca da família, o sol estava se pondo bem a frente dele, e logo atrás o crepúsculo se apagava.
-Celço, venha rápido- Link gritou e voltou correndo em direção a três pontos pretos logo atrás...
Celço se levantou o mais rápido que pode(apenas mais tarde viria notar que o banquinho ainda estava grudado nele), e foi em direção de Link.
Chegou ofegante onde Link estava, os pontos pretos do horizonte eram Matilde e Iron, ajudando a andar o desconhecido...
-Waltz!!!- Celço deu um grito e logo deu um grande(e com toda certeza sufocante) abraço, no (não tão) desconhecido.
-Celço?É você?Faz tempo que não o via...
-O que aconteceu com você?
-Acho que isso é conversa para quando eu estiver melhor
-Você tem razão, você não tem nenhum conhecido aqui certo?Venha jantar na conosco hoje.

Logo escureceu, uma noite sem estrelas, um vento frio soprava, depois de algum tempo colocando curativos em Waltz todos foram jantar em um restaurante próximo, tudo sendo pago por Celço e Ilda.
Link não comeu muito, ainda estava chocado com todos os acontecimentos recentes, Ilda pediu uma sopa muito aguada e com pouco sal, Celço e Oscar pediram a maior travessa de comida que os garçons já tinham visto, o prato especial.Ninguém nunca antes havia pedido algo como aquilo, afinal 26kg de carne não é para qualquer um.Waltz comeu um espeto de coração de porco(sem duvida nenhuma este era o grupo mais estranho que já passou por aquele restaurante).



A janta terminou e logo depois de uma farta sobremesa(torta de Hyrulats com creme, uma iguaria com toda certeza revigorante) voltaram para a estalagem em que todos estavam hospedados.Era uma estalagem relativamente boa(bem, para a maioria dos plebeus, um lugar que não esta cheio Dekus, já é um excelente lugar para dormir).
Todos(inclusive Waltz) ficaram algumas horas em frente a lareira do hall conversando com o gordo estalajadeiro(primo de Celço em 3º grau), depois foram para seus quartos dormir, Waltz já havia contado sua historia há todos, sem muitos detalhes(mesmo assim Ilda não agüentou e saiu na metade), Celço também contou como os dois se conheceram, no Deserto de Gerudo(o que Celço fazia lá não foi mencionado), fugindo dos batedores do Reino dos Ladrões.
Naquela noite Link sonharia mais uma vez com a princesa Zelda.



Zelda estava muito cansada naquele ambiente, embora tenha comido muito bem para uma cativa e não tenha sido em nenhum momento mal tratada pelo estranho carcereiro, se sentia extremamente desgastada, mal conseguia respirar e se movia muito pouco, havia uma estranha nevoa branca no ar, que começou a ficar mais densa e profunda, logo ela ouviu uma voz, uma voz fina e doce, muito conhecida, era a voz de uma mulher.
Zelda se arrastou em direção a voz o maximo que pode,achando que era a única esperança de fugir(ou de simplismente saber o que esta acontecendo), a nevoa ficou menos densa a medida que a voz fica mais clara.
Ela finalmente chegou em frente a voz.

- Link?Pode me ouvir?Preciso de ajuda...

Zelda quase deu um grito de pavor ao perceber de onde vinha a voz.
O carcereiro estava sentado em sua cadeira de madeira, seus olhos estavam totalmente pretos, e ele continuou falando com a voz diferente, mas não uma voz qualquer, a voz da princesa Zelda.
Zelda estava apavorada, não sabia o que fazer, paralisada continuou vendo a cena que estava se desenrolando.

-Link?Onde você esta?- continuou o carcereiro com a voz de Zelda.
Link?É você?

Ao longe a figura de Link começava a se formar em meio a nevoa.

-Zelda?O que esta acontecendo?Por que precisa de minha ajuda?

Link foi correndo em direção ao carcereiro.

-Zelda?Por que precisa de minha ajuda?Onde você esta?
-Link eu estou presa na sala do lacre, por favor me ajude!
-Como?Como posso te ajudar?
-Alem do lago Hylian, da floresta da sombra, se encontra um deserto sem fim, as terras sem dono, O deserto de Gerudo. Ganondorf tem a chave para me tirar daqui, por favor, me ajude.
-Eu irei e pedirei a ganondorf a chave!
-Obrigado Link, e, mas uma coisa, por favor faça isso antes do termino do festival de outono.

“AHHHH!!!!” Zelda não se conteve e gritou de pavor, a nevoa se dissipara e Link havia sumido, o carcereiro estava de pé olhando para ela.

-Eu sou a Princesa Zelda e exijo saber o que esta acontecendo aqui - Ela começou a se levantar com uma força que nem sabia que ainda possuía, e sem ninguém notar, a tri-force da sabedoria brilhou no topo da mão dela.

O carcereiro recuou alguns passos mas logo voltou.

-Aqui você não exige nada... - disse ele em sua voz normal.

Tudo ficou escuro de repente, com um movimento brusco o carcereiro jogou Zelda na cadeira que ele estava sentado, a escuridão engoliu todo banco, criando no apoio para o braço e nos pés da cadeira uma espécie de algema, imobilizando as mãos e os pés da princesa completamente.

-...Mas se você esta tão curiosa, posso lhe contar algumas coisas interessantes, isso claro desde que você fique quietinha.

O carcereiro soltou uma risada diabólica e muito sinistra, que fez Zelda ficar com medo.

-Tudo começou há 3 mêses, eu e meu irmão estávamos explorando as ruínas do Templo do Tempo, perto da floresta das sombras, após um bom tempo de exploração encontramos uma passagem muito velha que levava aos subterrâneos, ficamos encantados com ela, estava bem preservada, demorou algum tempo até notarmos que o que estávamos vendo não era parte do Templo do Tempo, mas na verdade o próprio templo do tempo foi construído em cima das ruínas deste outro templo.
Lá havia muitos livros, e escrituras nas paredes, alem de vários símbolos sagrados.Era um lugar muito escuro e úmido, muito desagradável, pegamos o maximo que conseguimos e voltamos para superfície.
-Eu peguei alguns livros, e deles a maioria eram em línguas mortas, esquecidas pelo tempo, mas havia um em especial que nos chamou a atenção, era todo prateado com folhas pretas, estava em uma espécie de Hylian arcaico.
Demorei muitas semanas decifrando os parágrafos, o livro falava sobre o poder maximo que os Deuses deram ao homem, o sua simples existência já era razão de povos lutarem e lutarem em batalhas sem fim....

-....A Tri-Force – interrompeu Zelda

-Tri-Force?Você não tem idéia do que eu estou falando princesinha, não confunda as coisas! – Respondeu o carcereiro, com ódio nas palavras.
-Para dar um fim as guerras os Deuses criaram um grande portão que não leva a lugar nenhum- com um movimento da mão as sombras sumiram no canto da sala e um portão gigante apareceu, totalmente prateado, era decorado com pedras nunca antes vistas, as runas e os desenhos esculpidos nele estavam muito acima do que qualquer artista mortal conseguiria fazer, no meio havia uma parte afundada em forma de triangulo, não havia nada trás dele.

Logo as sombras tomaram conta do portão novamente.

-Quando os primeiros Hylinas chegaram e viram o portão tiveram certeza de que era um sinal divino e que eles deveriam começar suas novas vidas ali.
-O Reino foi crescendo e o castelo foi construído para guardar o portão, mas gerações se passaram e o portão acabou sendo esquecido, tanto é que provavelmente eu você e meu irmão somos as únicas pessoas que sabem da existência dele.

-O livro também dizia como abrir o portão.Como você deve se perguntar?”Os dois poderes contrários devem interagir de uma maneira radical.”, pelo menos é o que esta escrito....

Zelda não entendia muito bem absolutamente nada do que estava acontecendo, por que eles precisavam dela?Por que seu pai, que não sabia de nada, havia trancafiado ela em um lugar esquecido do castelo?Quem era o irmão do carcereiro?Quem era o carcereiro?Por que ele estava contando tudo aquilo para ela(a única resposta que ela podia achar a esta pergunta era que ele gostava de falar naquele assunto).
Mas nada disso importava, pois ela se sentia estranhamente bem com a simples recordação daquele portão sagrado.

-...Logo eu entendi o que eu deveria fazer.

Eu tenho que colocar a coragem...


-O que houve Link? O que você esta fazendo a esta hora sozinho aqui fora?
-Ola Waltz, eu preciso de sua ajuda.
-Minha ajuda?Por que?
-Preciso ir para o Deserto de Gerudo Urgentemente!Você já foi com Celço lá certo?
-Por que Link?O que você quer fazer lá?
-Preciso falar com ganondorf, preciso pedir algo a ele!
-Ganondorf?O rei dos ladrões?Não vai conseguir nada dele a menos que você o derrote em uma batalha!Essa é a lei dos ladrões!
-Então que assim seja!Eu preciso ir, me leve, por favor.
-Eu o levarei.
Um estranho brilho apareceu nos olhos de Waltz.


....E a força...

-Mestre ganondorf!Mestre ganondorf!Eles estão vindo!
-Você se lembra muito bem do que ele falou não se lembra mestre?
-Lembro muito bem Riuven, o garoto de gorro verde ira sofrer por fazer isso conosco.
Quando acabarmos com isso vamos invadir a capital, esse Link ira sofrer muito pelo que esta fazendo!


....à lutarem....




....Até morrerem!- Zelda quase sem voz, termina a frase do carcereiro apavorada,a visão do portão celestial havia sumido por completo de sua cabeça ao notar o que esta para acontecer.

O carcereiro olha para zelda com um olhar estranho, de posse e de desejo.
Zelda começa a suar frio e começa a ficar com medo do pode acontecer com ela e com todos.

-Não se preocupe, não é o seu corpo que me interessa.
-Qu...quem é você
-Essa princesa, não é a pergunta certa- diz o carcereiro com uma voz totalmente diferente da sua normal.
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